Cliente
Dominique Wirz. Arquiteta. Zurique. 13 anos de experiência em renovações.


Arte feita pela cliente que simboliza e representava a nova fase em sua carreira e vida pessoal.
Renovação não é substituição. É continuidade. Quando um edifício é reformado, ele não morre e renasce — ele evolui. Essa distinção se tornou o núcleo de tudo.
O conceito: "História Habitada."
A arquitetura como organismo vivo que respira em séculos. A reforma como o novo fôlego que permite à estrutura continuar sua jornada. Um Continuum — onde passado e presente ocupam o mesmo espaço, distintos mas indissociáveis.
Três pilares traduziram essa filosofia em linguagem visual:
Espaço negativo — o fôlego. O silêncio que permite o movimento.
Movimento evolutivo — nem linha reta, nem círculo fechado. O tempo que avança sem esquecer a origem.
Dualidade — passado e presente no mesmo plano. A tensão que gera movimento.
Identidade Visual
A marca que emerge da própria matéria do ofício.
Paleta construída em torno do verde-escuro e do off-white — a serenidade suíça sem frieza.
O símbolo: o W estilizado que parte, faz um loop e continua — sem ponto de chegada definido.
O Continuum em forma de assinatura.
Tipografia que combina serifa e sans-serif — precisão e humanidade no mesmo sistema.
Copywrite

A nova marca precisava de uma voz.
Todo o conteúdo textual do site foi criado do zero — Home, Portfolio, Serviços, Sobre, Contato.
A narrativa central:
"Histórias que continuam."
Cada página foi escrita para soar como Dominique fala sobre o próprio trabalho: com precisão técnica e sensibilidade humana.
Sem jargão de marketing, sem promessas vazias.
O headline que virou a identidade verbal do estúdio:
"Stories that continue."
UI Design
Um site que parece uma revista de arquitetura suíça.
Tipografia editorial. Espaço negativo generoso. Fotos de projetos tratadas como arte, não como documentação.
Cada scroll revela uma nova camada — como as próprias sedimentações do conceito.
O design é bilíngue (EN / DE) e construído para converter: cada página tem um CTA claro que leva à conversa inicial. A estética não é ornamento — é argumento.
O que existe agora











